Pessoal,
Segue link da apostila de Sociologia do terceiro bimestre.
https://www.4shared.com/office/6hSLwpnLca/Apostila_Sociologia_3_ano_-_3B.html
Bons Estudos!
"A Educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda" Paulo Freire
Sejam Bem Vindos!
Este blog foi criado para melhor interação com meus alunos do Ensino Médio, facilitando a comunicação, troca de infromações e conteúdos. Espero que seja útil a todos que se interessam pelos temas abordados.
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quarta-feira, 9 de agosto de 2017
terça-feira, 21 de março de 2017
CONSUMO CULTURAL
Aos meus alunos do 3 ano
Vejam pesquisa no link abaixo que fala sobre o consumo cultural do carioca. Faz parte do conteúdo que estamos trabalhando em sala de aula.
http://oglobo.globo.com/cultura/pesquisa-mapeia-habitos-culturais-do-carioca-em-2015-19411350
Vejam pesquisa no link abaixo que fala sobre o consumo cultural do carioca. Faz parte do conteúdo que estamos trabalhando em sala de aula.
http://oglobo.globo.com/cultura/pesquisa-mapeia-habitos-culturais-do-carioca-em-2015-19411350
quarta-feira, 22 de junho de 2016
APOSTILA SOCIOLOGIA - 3 ANO
Olá alunos das turmas 3001, 3002, 3004, 3005, 3006 e 3007, segue abaixo link para a apostila de Sociologia: CULTURA, CONSUMO E COMUNICAÇÃO DE MASSA.
http://www.4shared.com/account/home.jsp#dir=Qkwy3XwC
Qualquer dúvida, entrem em contato.
Elciana
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
O que é feio? O que é belo? Revisão de Filosofia.
A disciplina de Filosofia é muito importante para você aprender alguns conceitos sobre a ciência, sobre as civilizações e sobre a própria história da Humanidade. Veja agora os conceitos sobre Arte e Estética.
A discussão sobre Arte e Estética. O que é ‘Feio’. O que e ‘Belo’?
A sensibilidade de quem admira um objeto (qualquer ser ou paisagem) Quem é bonito? Quem é feio? O que é bonito? O que é feio? Qual expressão artística pode ser considerada bonita, feia, boa ou ruim? Difícil de responder né!? Bom, a resposta para tais perguntas parece dizer respeito à questão de gosto de cada pessoa. Será?
O certo é que todas as vezes que observamos algo, sentimos e escutamos qualquer coisa, os nossos órgãos sensoriais produzem informações para o nosso cérebro que rapidamente processa e nos proporciona uma interpretação sobre o que nos cerca. Geralmente esta interpretação pode nos levar a um sentimento de prazer, aprovação, reprovação, nojo, beleza, feiúra, etc.
E isso tudo ainda depende de como a nossa sociedade percebe as coisas e de como nós absorvemos da sociedade esses significados. Assim, as ideias de belo, feio, bom, ruim estão intimamente ligadas à cultura à qual pertencemos.
Mas como identificamos ou como escolhemos o nosso estilo musical, o estilo de pintura, o tipo de filme ou peça de teatro que gostamos de assistir? Qual o melhor ou pior estilo? Para tentar responder a estas questões, a Filosofia possui um ramo de estudo chamado: “Estética”.
ARTE
Do latim, ars, artis significa: o “ato de fazer”. Para os Gregos Antigos, a arte significava o domínio do ser humano de uma ou mais técnicas. Deriva daí a ideia de que saber faze r algo muito bem feito é uma arte, por exemplo: a arte da guerra, a arte da política, a arte de fazer parto, da medicina, do direito, etc. Deste modo, arte é o ato de fazer a obra que será admirada, seja ela uma canção, uma escultura, uma poesia, uma dança, uma arquitetura. A estética será, portanto, a disciplina que irá estudar, analisar a relação existente entre a arte e o homem.
Mas o que determinaria o ato de fazer uma obra de arte? A resposta mais aceita é a personalidade do artista e o contexto histórico-cultural do qual o artista faz parte e todas as influências que ele possa receber. Para Gallo (1997), o próprio artista é quem determina a funcionalidade de sua obra.
Na política, por exemplo, o artista pode retratar uma injustiça, um problema social, uma ideologia. A obra “Os retirantes”, de Cândido Portinari (1903-1962), representa a vida difícil dos milhares de brasileiros que migram de cidades do interior para os grandes centros em busca de melhores condições de vida. A imagem retrata a magreza, a fome, a miséria e o sofrimento das pessoas que se encontram nesta situação.

Na religião, a arte serve para a representação do sagrado e está a serviço das instituições religiosas e de suas crenças. A arte está presente nas pinturas, esculturas, hinos e arquitetura dos templos religiosos. A maior representação de arte sacra está relacionada à Igreja Católica na forma das imagens e esculturas que representam todas as divindades do cristianismo católico.

Na educação, a arte assume o compromisso com o lúdico, ou seja, busca, a partir da perspectiva pedagógica, ensinar as pessoas a compreender o mundo a partir da criação de obras artísticas.

Na arte naturalista, Gallo (1997), menciona a finalidade de retratar a realidade tal como ela é. Podemos assim representar a realidade através de um quadro de natureza morta, com uma foto 3×4 ou a pintura de uma paisagem ou de uma pessoa.
Há ainda a arte da técnica formalista, na qual a preocupação central do artista é o emprego correto de uma técnica específica para realizar uma obra de arte. Exemplos: Impressionismo, Expressionismo, Cubismo ou Surrealismo.

O conceito moderno de arte estaria contido nos trabalhos de Kant. Basicamente, o filósofo fez a seguinte diferenciação: arte e natureza de arte e ciência. Para a primeira, distingue-se o significado de arte no sentido de haver uma arte da mecânica, na qual o ser humano teria a capacidade de fazer algo a partir do seu próprio conhecimento. Para a segunda, desenvolveu a terminologia de arte estética, que tem por finalidade a contemplação do sentimento de prazer, ou seja, do aprazível, que significa algo agradável e alegre. Daí o significado de Belas Artes.
ESTÉTICA
Foi o filósofo Alexander Gottlieb Baumgarten (1714-1831), que utilizou a palavra “estética”, no conceito moderno, pela primeira vez. Ele tinha o intuito de estabelecer uma disciplina da Filosofia que se encarregaria de estudar todas as manifestações artísticas. Assim, já na Grécia Antiga, outros filósofos já faziam o uso da palavra “estética” que deriva da palavra grega aesthesis e que significa sensibilidade. Deste modo, no sentido mais estreito do significado, a palavra “estética” significa: “sensibilidade”.
Atualmente, seu significado moderno corresponde a: “doutrina do conhecimento sensível”. Baumgarten definiu a estética como sendo uma disciplina que deveria refletir sobre as emoções produzidas pelos objetos que são admirados pelos seres humanos. O autor ainda afirmava que a estética deveria ser abordada de forma subjetiva, ou seja, a partir da consciência da cada indivíduo.
Este filósofo da arte entende que a única forma de se apreciar uma obra de arte se dá pela sensibilidade do observador. Ela, a sensibilidade, só é possível quando o observador se permite contemplar a arte a partir da sua própria subjetividade.
RELAÇÃO ENTRE ARTE E NATUREZA: são três concepções.
1. Arte como imitação: arte dependente da natureza. Nesta concepção encontramos a inspiração do artista altamente atrelada à cópia de algum elemento pertencente à própria natureza, que é representado em uma pintura ou escultura. Também é conhecida como arte morta.
2. Arte como criação: arte independente da natureza. A originalidade de uma obra se expressa no próprio sentimento do artista, de modo que este é comparado a Deus como o criador da sua obra. O artista busca a perfeição não dos traços, mas dos sentimentos expressos. O Romantismo é um bom exemplo, no qual a criação estética se desvincula da natureza e representa sistematicamente a liberdade criativa do homem.

3. Arte como construção: arte condicionada pela natureza. Nesta perspectiva há uma mistura conceitual entre homem e natureza. O homem cria uma obra artística na qual ele conjuga os elementos da natureza e os sentimentos do próprio homem. O melhor exemplo desta perspectiva é, sem dúvida, a arte abstrata.
ARTE, ESTÉTICA E BELEZA NA FILOSOFIA
A questão que observamos é a busca incansável pelo Belo, pelo que é prazeroso. O Corpo toma a forma de expressividade de beleza e sedução dentro da sociedade, nascendo como possibilidade de nova modalidade artística. Há o nu artístico, o fisiculturismo e uma espécie de “culto ao corpo” refletindo uma intensa ansiedade pela apreensão do que é belo. Mais que uma percepção, há uma busca pela posse da beleza através do Corpo. Para a Filosofia o significado da Palavra Estética vem do grego (aistheiké) e significa “perceptível pelos sentidos”. Refere-se a tudo o que pode ser percebido com agradável e belo pelos sentidos. O primeiro a utilizar este termo no sentido de Teoria do Belo e suas manifestações através da Arte foi Alexander Baumgarten (1714-1762), em 1750. O termo referia-se à cognição por meio dos sentidos, ou seja, o conhecimento sensível. Para Baumgarten, a estética tem exigências próprias em termos de verdade, pois alia a sensação ao sentimento e à racionalidade. Segundo ele a estética completa a lógica e deve dirigir a faculdade do conhecer pela sensibilidade. A beleza estética como “ a perfeição – à medida que é observável como fenômeno do que é chamado, em sentido amplo, gosto – é a beleza.”
O termo Estética também designa uma área específica de estudos filosóficos, definido pelo filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) como estudo das condições da percepção pelos sentidos. Assim como estudo e teoria do belo, a estética constitui um campo de investigação filosófica que pretende alcançar um tipo específico de conhecimento: aquele que se refere ao que é captado pelos sentidos. A Estética parte da experiência sensível, da sensação, da percepção sensível para chegar a um resultado que não apresenta a mesma clareza e distinção da lógica e da matemática. O principal objeto de investigação da Estética é o fenômeno artístico que se traduz na obra de arte.
1. O que é o Belo?
Podemos responder a essa pergunta com base em dois em dois tipos de juízo:
A. Juízo de Fato – dizer o que as coisas são
B. Juízo de Valor – Julgar o que as coisas são: boas, ruins, bonitas, feias, etc. Podemos entender os juízos de valor em dois aspectos:
B.1 - Juizo Moral
B.2 - Juízo Estético (Julgamos se algum objeto, acontecimento, pessoa ou ser é belo).
2ª Parte: Estética
2. Onde se encontra a Beleza?
1 . Visão idealista
Platão: A Beleza é algo que existe em si, é Objetiva. Seria uma forma ideal que subsistiria por si mesma, como um modelo no mundo das ideias. O que percebemos no mundo sensível e achamos bonito só pode ser considerado belo porque se assemelharia à ideia de beleza que trazemos guardada em nossa alma.
* Platão interpreta a arte de modo ambivalente. Por um lado ele condena a pintura e a escultura como artes ilusórias, pois elas falsificam a imagem das verdadeiras formas da natureza; por outro, elogia a música e a dança como exercícios de educação para a compreensão do bem e da verdade. Para Platão, há um nexo fundamental entre o belo, o bem e a verdade, sendo a experiência de um a condução para o conhecimento do outro. Todavia não podemos caracterizar a constituição de uma estética no pensamento e nem na obra de Platão, pois a questão da arte e do belo só é colocada numa referência ao bem e a verdade, tendo como propósito não uma investigação do fenômeno artístico, mas uma determinação do conhecimento filosófico.
2 . Visão Materialista-Empirista
HUME (filósofo escocês): A beleza não está propriamente nos objetos (não é algo puramente objetivo), mas depende do gosto individual, da maneira como cada pessoa vê e valoriza o objeto – ou seja – o juízo do que não é ou não é belo, é subjetivo. Esse gosto estético seria, em grande parte, desenvolvido sob a influência da cultura em que se vive.
3
3. KANT
CRITICA DA FACULDADE DO JUIZO: Embora o juízo estético sobre as coisas seja uma capacidade subjetiva, pessoal, há aspectos universais na percepção estética dos indivíduos. Nossa estrutura sensível (os órgãos dos sentidos) e nossa imaginação são as condições que tornam possível a percepção estética, mas essas condições são comuns a todos os seres humanos e, nesse sentido, pode haver certa universalidade nas avaliações estéticas. (Kant levou em consideração a estrutura da sensibilidade humana). Kant entendia que o juízo estético não é guiado pela razão e sim pela faculdade da imaginação que nos proporciona prazer, o que não é nada lógico ou racional, e sim algo subjetivo, já que se relaciona ao prazer ou desprazer individual. Para o filósofo “todos os juízos de gosto são juízos singulares”. Kant diz também que “belo é o que apraz universalmente sem conceito”. Isso significa que é impossível conceituar, definir racionalmente o belo, pois “quando se julgam objetos simplesmente segundo conceitos, toda a representação da beleza é perdida.” Mas quando dizemos que algo é belo pretendemos que esse juízo esteja afirmando algo que realmente pertence ao objeto ou seja, não dizemos “isto é belo para mim, mas sim, isto é belo, esperando que os demais concordem com esse julgamento. Portanto, esse julgamento pretende ser voz universal, pois contem uma expectativa de que aquilo que julgamos belo, seja, de fato, belo.
Para Kant o Fundamento do Juízo de gosto seria a Vinculação Universal entre o Belo e o Sentimento de prazer. E como determinados objetos despertam em grande quantidade de pessoas o mesmo sentimento de prazer, é possível supor a existência de certa universalidade nos juízos estéticos.
4. HEGEL
Trabalhou a questão da beleza numa perspectiva histórica, não considerando apenas as condições da estrutura da sensibilidade humana. Para ele o relativo consenso acerca de quais são as belas coisas mostra apenas que o entendimento do que é belo depende do momento histórico e do desenvolvimento cultural. Esses dois fatores determinariam certa visão de mundo, a partir da qual algumas coisas seriam consideradas belas e outras não. Hegel procurou demonstrar essa tese analisando a história da arte, da Antiguidade até o seu tempo, e demonstrando que a noção de belo variava conforme a época e o lugar.
5. A Questão do Gosto e da Subjetividade
O Gosto não pode ser encarado como uma preferência arbitraria da nossa subjetividade. A subjetividade em relação ao objeto estético precisa estar mais interessada em conhecer, entregando-se às particularidades de cada objeto, do que em preferir. Nesse sentido, ter gosto é ter capacidade de julgamento sem preconceitos. É a própria presença de arte que forma o gosto: torna-nos disponíveis, supera as particularidades da subjetividade, converte o particular em universal.
6. A recepção estética
A experiência estética é a experiência da presença tanto do objeto como do sujeito que o recebe. Nenhum argumento racional ou conjunto de regras poderá nos convencer de que um objeto é belo se não pudermos percebê-lo por nós mesmos, se não estivermos frente a frente com ele. A obra de arte espera que aquele que a aprecie “jogue seu jogo”, isto é, entre no seu mundo, de acordo com as regras ditadas pela própria obra para que seus múltiplos sentidos possam aparecer.
A arte desafia o nosso intelecto tanto quanto nossas capacidades perceptivas e emocionais. Quando nos expomos a uma obra de arte podemos educar o nosso gosto, ter a sensibilidade mais aguda, e enriquecermos emocional e intelectualmente por meio do prazer e da compreensão que nos proporciona.
“Todas as obras de arte, e a arte em geral, são enigmas; isso desde sempre irritou a teoria da arte (...) É impossível explicar a broncos o que é a arte; não poderiam introduzir na sua experiência viva a compreensão intelectual. Está neles tão sobrevalorizado o princípio de realidade que interdiz sem mais o comportamento estético (...) Perante o ‘Para quê tudo isso?’, perante a reprovação da sua real inutilidade, as obras de arte emudecem total e irremediavelmente.” (Teoria Estética, Theodor Adorno)
GOSTO: discussão ou disputa?
Quem é artista em nossa sociedade? Cultura de Reprodução – Indústria Cultural ?
Que artes encontramos em nossa sociedade?
A arte exige formalidade? É possível expressão artística desvinculada de academicismo?
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES:
1. Aristóteles é o primeiro pensador a escrever uma obra acerca da questão da arte. A Poética tem como tema a origem da poesia e de seus diferentes gêneros, principalmente a epopéia e a tragédia. Sua tese fundamental, de que a arte imita a natureza, tornou-se um paradigma para todo o pensamento estético ocidental. Platão e Aristóteles foram interpretados por Tomás de Aquino em sua Suma Teológica, que afirma que o belo é um dos aspectos fundamentais do ser, juntamente com o bem e a verdade; o que efetiva a tripartição do estudo do ser em estética, ética e metafísica.
2. Somente no século XVIII, Baumgarten vai inaugurar oficialmente a disciplina filosófica "estética", com a publicação de seu livro Estética ou teoria das artes liberais, conceituando-a como "ciência do belo e da arte".
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Paródias
Para facilitar a aprendizagem e tornar mais interessante para os alunos o assunto "Política", preparei algumas atividades que, além de possibilitar o aprendizado de uma forma mais dinâmica, busca prepará-los para exercer a cidadania de forma mais efetiva, conhecendo um pouco mais sobre a história política do nosso país.
Sendo assim, uma das atividades propostas foi fazer uma paródia que apresentasse a função dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário). Divididos em 3 grupos por turma, cada grupo ficou responsável por um dos 3 poderes.
Aqui estão apenas algumas das paródias apresentadas em sala de aula.
Parabéns a todos os alunos que pensaram as paródias e cantaram!!!
Turma 3001
Enquanto Houver Razões (Jorge e Matheus)
Eu já fiz de tudo pra te entender
E esse poder eu explicar a você
Falei de leis, fiz minha função
Na eleição não foi, no concurso teve que passar
Acreditei que a justiça não ia falhar....foi ilusão
Enquanto houver justiça eu não vou desistir
Se for pra eu lutar, quero lutar por ti
Porque eu te conheço
Vou te defender passe o tempo que for
Exercer as leis quando você depôr
Sei que o certo será feito
Eu vou deixar você julgar
Bater o seu martelo pra se decidir
Mas só pra ver eu voltar
E todo arrependido te dizer:
Não quero ser mais assim
É o Poder da Ostentação (Banda Luxúria)
É o poder, é o poder, é o poder legislativo, cumpri o papél imprescindível,
É o poder, é poder, é o poder que eles têm de representar o povo sem desmerecer ninguém,
Ele chega ao senado pra cumprir sua missão, aprovar suas propostas e economia e educação, saúde, transporte e pela habitação.
Na câmara dos deputados eles conversam em união para aprovar os seus projetos e chegar a uma conclusão para formar uma campanha a favor do cidadão.
Turma 3003
Julgam Noite e Dia (Jorge e Matheus)
O poder judiciário é exercido por juízes, que são um dos mais importantes no nosso país.
Tem como obrigação avaliar as leis, que o legislativo, executivo fez.
É aplicado em diferentes situações, e assim, eles julgam aqueles cidadãos, que de alguma forma não cumpriram leis, avaliam e julgam cada um por vez.
Iê, Iê, e esse é o poder judiciário, o cumprimento é garantido com eles do lado, com esse poder tudo é real nada de fantasia, saibam que eles julgam, julgam noite e dia.
Turma 3004
Lepo Lepo (Psirico)
Ah, eu já não o que fazer
Governo pé rapado só cavou mais um buraco
Ah, não sei mais pra onde correr
Impostos muito altos e pagando sem poder...
Agora tive uma ideia
Vou me preparar para escolher
Quem vai mandar no meu país
E isso é se eu escolher...
Não quero carro
Não quero teto
Eu quero melhoria nesse projeto
Não quero mais, mais, mais, mais
lero, lero
Turma 3005
Poder Executivo
(No flow - Mc Guinê)
Três poderes
Determina a constituição federal
Que cumprem e aplicam leis
Que representam o bem geral
O poder, executivo
Executa e implementa leis
No país presidencialista
O governo é dividido em três
Presidente, a nível federal
Representa a nação
Manter, defender, observar leis
e cumprir a constituição
O governador de um Estado
Faz parte de uma união federativa
Os Estados integrantes
Possuem determinada autonomia
Prefeito a nível municipal
Chega ao cargo por eleição popular
Apresenta projetos de leis à câmara municipal
E tem contar de sua administração a prestar
Entre essas funções
Cada um dos níveis tem mais tarefas para cumprir
Manter a ordem num país
Necessita de divisão e medidas a seguir.
Turma 3006
Geração Coca-cola (Legião Urbana)
Nós conhecemos os judiciários
temos que obedecer
São eles que mandam no Estado
Que confirmam nossas leis
Eles que julgam e tiram nossos risos,
O maioral, judicial
Eles decretam o que são vocês
Todos e tudo junto de uma vez
Mas houve o tal de mensalão
Isso é um lider ou um ladrão?
Como ser julgado por um sem noção?
Isso é o Judiciário (3x)
Depois que isso tudo ocorreu
teve gente até que protegeu
tudo isso é muito sujo
não é assim que tem que ser
Vamos cumprir as leis como fala
Para a gente nunca ver
Esses maiorais vivendo como reis
Fazendo comédia no cinema com as nossas leis.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
O SURGIMENTO DO ESTADO
AULA
1 – O SURGIMENTO DO ESTADO
Se os homens sempre lutaram pela liberdade,
por que criar uma organização, o Estado, que existe para controlá-los? Você já
se perguntou como o Estado surgiu? Será que o Estado sempre existiu? Essas
mesmas perguntas foram motivos de estudos de vários pensadores, a seguir vamos
ler como alguns deles responderam a essas questões.
O primeiro pensador que tratou do Estado, baseando seus
estudos nas formas de organização das sociedades na história foi o italiano Nicolau Maquiavel, que viveu entre 1469
e 1527. Ele escreveu o livro O Príncipe, em 1513, onde ele diz que os homens
buscam uma forma de organização que controle seus maus sentimentos e seus
desejos mundanos, ou seja, uma forma de governo que controle a maldade humana.
E que forma de governo seria essa? Para Maquiavel só um
príncipe poderia organizar uma sociedade sem maus desejos, educada, virtuosa e
com estabilidade nas instituições. Quando conseguisse isso, não seria mais
necessário o governo do príncipe, passando a forma de governo para a República,
onde homens agora virtuosos participariam ativamente.
Para o pensador inglês Thomas Hobbes (1588-1679), o homem no “estado de natureza” vive em
permanente guerra de todos contra todos, onde o mais forte sempre busca dominar
o mais fraco. Esse conflito permanente fez com que os homens buscassem uma
maneira de evitá-lo, fazendo um contrato que garantisse a paz. Mas para Hobbes,
a assinatura de um papel não resolveria os problemas, era preciso que todos os
homens submetessem sua vontade a vontade de um só homem que conseguisse que
eles mantivessem respeito às leis. Esse homem que centralizaria o poder seria o
rei e a organização da sociedade seria o Estado absolutista. Como você pode
notar, tanto Maquiavel quanto Hobbes, pregam a necessidade de um soberano que
concentrasse em suas mãos todo o poder. Para Maquiavel seria o príncipe e para
Hobbes seria o rei, com a diferença que Maquiavel acreditava que aconteceria
uma evolução da forma de governo para a república.
O direito à vida, à liberdade e à
propriedade. Para isso, deveriam criar um conjunto de leis e escolher a forma
de governo a partir da decisão da maioria. O objetivo principal desse governo
seria garantir a propriedade e caso não cumprisse sua obrigação e usasse de
força acima do permitido pelas leis, daria o direito legítimo ao povo de
resistir e derrubar o governo tirano.
Você pode notar que Locke, ao afirmar que o povo tem o poder
de escolher a forma de governo e se rebelar contra a tirania, deixava claro
que, ao contrário de Hobbes, ele não admitia o poder absoluto de um rei ou
soberano, pois para ele qualquer tipo de governo só seria legítimo com o
consentimento do povo.
O próximo pensador, Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), escreveu o livro O Contrato
Social onde afirma que os homens escolheram entre serem completamente livres em
seus impulsos ou aceitarem as garantias de liberdade e de propriedade definidas
pelas leis. Você pode achar estranho e se perguntar como pode alguém ser livre
se existem leis que limitam a liberdade? Para Rousseau, a partir do momento que
nós fazemos as leis, obedecê-las é um ato
de liberdade.
Rousseau é racionalista, ou seja, para ele é necessário o
uso da razão e da liberdade para que os homens fizessem o contrato social, que
organizou a criação de um Estado, onde todos fossem iguais perante as leis.
Para ele, não importa a forma de governo, desde que esteja submetido ao poder
soberano do povo, sendo o governo sempre um corpo administrativo do Estado,
limitado pelo poder do povo.
Caro aluno, nesta primeira aula, estudamos como se deu a
construção da ideia de Estado na visão de quatro importantes pensadores. Na
próxima aula, vamos estudar como surgiu o Estado Moderno e que formas ele
assumiu até os dias de hoje. Agora você vai desenvolver a atividade 1.
Baseado no texto que você leu, responda as
questões abaixo:
1 – A forma de Estado defendida pelos
pensadores que estudamos tem semelhanças e diferenças.
a) Quais são as semelhanças e diferenças entre a forma de
Estado de Nicolau Maquiavel e Thomas Hobbes?
b) Quais são as semelhanças e diferenças entre a forma de
Estado de Thomas Hobbes e John Locke?
c) Quais são as semelhanças e diferenças entre a forma de
Estado de Nicolau Maquiavel e John Locke?
2 – Se você pudesse definir a forma de organização de um
Estado qual seria sua proposta?
sábado, 29 de março de 2014
Painel coletivo - Indústria Cultural
Trabalhos dos alunos do 3º ano Ensino Médio do CE Matias Neto.
Tema:
COPA DO MUNDO: UMA INDÚSTRIA CULTURAL MOVIDA A PAIXÃO
Parabéns a todos que se dedicaram, pois com certeza aprenderam um pouco mais sobre o assunto Indústria Cultural.
domingo, 16 de março de 2014
Pesquisa: COPA 2014
Caros alunos 3º ano,
Conforme orientado em sala de aula, segue abaixo temas de pesquisa para montagem do painel coletivo nas turmas.
Data entrega - 19/03 (3001, 3002, 3003)
20/03 (3005, 3006)
Conforme orientado em sala de aula, segue abaixo temas de pesquisa para montagem do painel coletivo nas turmas.
Data entrega - 19/03 (3001, 3002, 3003)
20/03 (3005, 3006)
Grupo 1
O poder da Indústria Cultural: O jogador como um produto
* pesquisar a história de um jogador famoso (onde nasceu, grau de instrução, carreira, etc)
* Como é vendida a imagem dele (passe, propagandas, etc...)
* reportagens/imagens/textos
Grupo 2
Copa 2014: O Turismo como Indústria Cultural
* Investimentos em turismo para a copa
* Oportunidades de lazer nas cidades sedes
* reportagens/imagens/textos/gráficos IBGE
Grupo 3
Copa 2014: Produtos Comerciais
* Pins, cheveiros, mascotes, selos, cartões postais, bolas oficiais, etc...
* Trazer tabela dos jogos
* imagens/reportagens/gráficos
Grupo 4
O País do futebol: Mídia e Copa do Mundo
* Como os meios de comunicação padronizam nossos gostos
* Acesso da popução brasileira a TV, internet, revistas, jornais, rádio (gráficos IBGE)
* Propagandas em época de copa
Grupo 5
Copa 2014: Música e Indústria cultural
* Músicas das últimas 3 copas
* letras / imagens/ história
Sites sugeridos:
sebrae.com.br
Ministério do turismo
copadomundo.uol.com.br
loja.fifa.com
efdeportes.com
IBGE
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Apostila 3º ano - Cultura
Caros alunos 3º ano,
Segue link para download da apostila do 1º bimestre.
http://www.ziddu.com/download/23574698/ApostilaIdeologiasculturaindustriacultural.doc.html
Bons estudos!
Segue link para download da apostila do 1º bimestre.
http://www.ziddu.com/download/23574698/ApostilaIdeologiasculturaindustriacultural.doc.html
Bons estudos!
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
3º ANO - LEMBRETE
Não esqueçam de levar uma reportagem (jornal, revista, etc) sobre violência na próxima aula (13 e 14/11).
Estaremos fazendo atividade avaliativa nesta data utilizando sua reportagem.
Abraços,
Elciana
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Mapa da Violência contra a Mulher
38% das mortes de mulheres no mundo são agredidas pelos parceiros
Mapa da Violência 2012: Brasil
Fonte: Bruno Paes Manso – O Estado de S.Paulo
Homicídio de adolescentes sobe 346% em 30 anosTotal também inclui crianças; acidentes de trânsito, principalmente com motos, preocupam na faixa de 14 a 18 anos
Mapa da Violência 2012 – De um lado, avanços em pesquisas e mais investimentos em saúde nos últimos 30 anos diminuíram os riscos de crianças e adolescentes morrerem de doenças e causas naturais no País. De outro, o Brasil ficou mais violento para essa faixa da população no mesmo período.
Mapa da Violência: Crianças e Adolescentes – Estudo do Cebela revela que o Brasil é o quarto país do mundo mais violento para jovens.
Entre 1980 e 2010, o total de mortes de pessoas entre 0 e 19 anos por doenças e causas naturais passou de 387 casos em cada 100 mil pessoas para 88,5 por 100 mil, queda de 77%. Por outro lado, cresceu o total de crianças e de adolescentes que morrem por causas externas, que incluem homicídios, suicídios, acidentes de trânsito e de outros tipos. As vítimas de causas externas, que somavam 27,9 casos por 100 mil habitantes em 1980, alcançaram 31,9 casos por 100 mil em 2010, aumento de 14,3%.
Em 30 anos, 55 crianças e adolescentes morreram diariamente por homicídios, suicídios e acidentes, total suficiente para colocar o Brasil nos primeiros lugares no ranking de países mais violentos para crianças e jovens no mundo. É o quarto onde mais se mata e o 12.° onde mais se morre por acidentes de trânsito.
A piora no quadro de mortes por causas externas foi puxada pelos homicídios, que cresceram 346,4% em 30 anos. Em 1980, morreram assassinadas 3,1 crianças e adolescentes em cada 100 mil, total que alcançou 13,8 casos por 100 mil em 2010. Também aumentou o total de suicídios (38%) e de acidentes de trânsito (7%).
Os dados são do Mapa da Violência 2012 - Crianças e Adolescentes do Brasil, estudo feito pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-americanos (Cebela) e pela Flacso Brasil. “Esses dados ajudam a revelar certos aspectos do Brasil que às vezes passam despercebidos. O fato de no Brasil se matar 130 vezes mais crianças e adolescentes do que no Egito revela que algo está errado”, diz o pesquisador Julio Jacobo Waiselfisz, que coordenou a pesquisa.
Situação em SP. Em 2010, São Paulo foi a capital brasileira com menor número de assassinatos de jovens e crianças, com 5,3 homicídios por 100 mil habitantes. No trânsito, entre as 27 Unidades da Federação, o Estado paulista ficou em 22.º lugar, entre os menos violentos.
No caso dos acidentes de trânsito, o estudo revelou peculiaridades interessantes. Na última década, diminuiu o total de mortes entre crianças de 2 a 13 anos. Nos extremos, porém, tanto entre bebês de 0 a 1 ano quanto entre adolescentes de 14 a 19, aumentou o número de vítimas.
Para os jovens, esse aumento ocorreu principalmente por causa do crescimento da venda e uso das motocicletas, que representaram 39% das mortes em acidentes de trânsito, à frente do automóvel (19,3%) e pedestres (12%). “É uma idade complicada. Chamamos o jovem de 14 a 18 anos que dirige de ‘aventurista’, aquele que pega a moto e a bicicleta e mergulha no meio do trânsito sem pensar muito nas consequências”, explica Dirceu Rodrigues Alves Júnior, diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).
Violência sexual. O estudo também tentou identificar os atendimentos feitos no Sistema Único de Saúde (SUS) de jovens e adolescentes vítimas de violência física e de abuso sexual.
A fatia com maior quantidade de vítimas compreende crianças de 1 a 4 anos. Em 2011, foram atendidas no Brasil vítimas de agressão 6.132 crianças, enquanto 1.607 jovens entre 15 e 19 anos foram parar nos hospitais por causa de violência física. “Nos casos de violência há ainda as cifras negras, casos que acabamos não conhecendo porque a vítima fica constrangida em pedir ajuda”, diz Waiselfisz.
Ainda em 2011, 10.425 pessoas foram atendidas em hospitais vítimas de violência sexual. Em 23% dos casos, pais e padrastos foram os responsáveis pelo abuso.
Em julho do ano passado, o guarda-civil de Diadema Claudio Martins de Freitas, de 52 anos, perdeu o filho Jefferson, de 18, assassinado. O mais velho, Cleiton, de 21, foi preso. Sem pensar nas consequências, os dois jovens arriscaram o futuro ao tentar assaltar um carro. No Brasil, a faixa de vítimas de homicídios com 18 anos registrou 58,2 casos por 100 mil habitantes.
Como guarda-civil, Freitas concorda que deveria haver punição. A reação por parte dos policiais no caso, no entanto, segundo ele ouviu de testemunhas, foi desproporcional. O caso, porém, foi arquivado por falta de provas. “Os policiais também são jovens demais, despreparados.” / B.P.M.
Análise: Bruno Paes Manso
Mais do que excesso de hormônios, a neurociência já identificou na imaturidade do córtex órbito-frontal dos jovens – área do cérebro responsável por cálculos de custo-benefício – uma das causas do excesso de decisões equivocadas nessa faixa etária. A imaturidade leva o jovem a não pensar nas consequências de longo prazo e a sobrevalorizar os ganhos de curto prazo.
As consequências dos erros podem ser fatais. O País lidera o ranking da violência contra crianças e adolescentes em diferentes pesquisas. Enquanto em Portugal, por exemplo, os homicídios de 0 a 19 anos correspondem a 0,2 caso por 100 mil habitantes, no Brasil essa taxa chega a 13 – 65 vezes mais.
E a sociedade brasileira parece viver um contrassenso. Ao mesmo tempo em que avanços na saúde permitem combate mais eficiente a doenças, o Brasil parece incapaz de construir instituições capazes de garantir comportamentos mais civilizados. São responsáveis pelos homicídios de crianças e adolescentes tanto os jovens que convivem com eles e matam muitas vezes por motivos banais, quanto integrantes das instituições policiais, que deveriam ser responsáveis por controlar e punir comportamentos violentos.
A dificuldade em lidar com jovens também fica evidente no trânsito. Motos tornam a vida sobre duas rodas um comportamento quase suicida. De 2000 a 2010, as mortes de pessoas de 19 anos, por exemplo, cresceram 72%.
A fragilidade das estruturas familiares é outro fator. Segundo o Mapa da Violência, pais e padrastos foram responsáveis por 39% das agressões contra crianças e adolescentes em 2011.
Mapa da Violência- Link da matéria: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,homicidio-de-adolescentes-sobe-346-em-30-anos,901658,0.htm
Faça o download do mapa da violência 2012: http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2012/MapaViolencia2012_Criancas_e_Adolescentes.pdf
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