Sejam Bem Vindos!

Este blog foi criado para melhor interação com meus alunos do Ensino Médio, facilitando a comunicação, troca de infromações e conteúdos. Espero que seja útil a todos que se interessam pelos temas abordados.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Atividade - Tipos de Violência


 
Violência é todas as ações que machucam as pessoas de alguma forma, sendo com palavras, agressões e injustiças da sociedade. Todos temos direito de sermos livres de qualquer tipo de violência, porém ainda existem pessoas que sofrem com isso.

Violência Estrutural e Sistêmica: Ela se expressa pelo quadro de miséria, má distribuição de renda , exploração dos trabalhadores, crianças nas ruas,falta de condições mínimas para vida digna,falta de assistência em educação e saúde. Trata-se,portanto,de uma população de risco, sofrendo no dia-a-dia os efeitos da violação dos direitos humanos,confirmando as palavras de Mahatma Gandhi: a pobreza é a pior forma de violência. Apesar desse tipo de violência acontecer os presos ainda saem impunes do crime.

Violência Doméstica: Violência Doméstica é o abuso do poder exercido pelos pais ou responsáveis pela criança ou adolescente. Existem vários tipos de violência doméstica: violência física (bater, beliscar, empurrar, chutar), a violência psicológica (xingar,humilhar,agredir com palavras),o abuso sexual,a negligência e o abandono.

Em termos estatísticos, no Brasil, cerca de 70% dos casos de violências contra crianças e jovens tem os pais como agressores. Essas agressões, em geral descontroladas, são consideradas como medidas de educar e disciplinar, próprias do poder dos pais. No encontro,com freqüência, tais “medidas educativas” ultrapassam o razoável e tornam-se atos violentos de abuso do poder parental.

Muitos dos crimes investigados, ocorreram na própria casa das crianças (44,3% dos casos) comprovando que o ambiente doméstico é, em muitos casos, perigo e não proteção para as crianças.

Violência Verbal

A violência verbal normalmente se dá concomitante à violência psicológica. Alguns agressores verbais dirigem sua artilharia contra outros membros da família, incluindo momentos quando estes estão na presença de outras pessoas estranhas ao lar. Em decorrência de sua menor força física e da expectativa da sociedade em relação à violência masculina, a mulher tende a se especializar na violência verbal mas, de fato, esse tipo de violência não é monopólio das mulheres.

Por razões psicológicas íntimas, normalmente decorrentes de complexos e conflitos, algumas pessoas se utilizam da violência verbal infernizando a vida de outras, querendo ouvir, obsessivamente, confissões de coisas que não fizeram. Atravessam noites nessa tortura verbal sem fim. “Você tem outra+o)…. Você olhou para fulana+o)… Confesse, você queria ter ficado com ela (e)” e todo tido de questionamento, normalmente argumentados sob o rótulo de um relacionamento que deveria se basear na verdade, ou coisa assim.

A violência verbal existe até na ausência da palavra, ou seja, até em pessoas que permanecem em silêncio. O agressor verbal, vendo que um comentário ou argumento é esperado para o momento, se cala, emudece e, evidentemente, esse silêncio machuca mais do que se tivesse falado alguma coisa.

Nesses casos a arte do agressor está, exatamente, em demonstrar que tem algo a dizer e não diz. Aparenta estar doente mas não se queixa, mostra estar contrariado, “fica bicudo” mas não fala, e assim por diante. Ainda agrava a agressão quando atribui a si a qualidade de “estar quietinho em seu canto”, de não se queixar de nada, causando maior sentimento de culpa nos demais.

Atividades

1.O que é violência estrutural? Em sua opinião quais as conseqüências que esta traz para nossas vidas?

2.Comente ( Mínimo 5 linhas ) A frase de Mahatma Gandhi: “a pobreza é a pior forma de violência”.

3.Comente algum caso de violência domestica que você tenha presenciado ou ouvido falar . Qual a punição, você acha, que deveria ser aplicada a quem comete este tipo de violência ?

4.O que você entende por violência verbal e o que faz para evitar ser vitima e de cometê-la?

5. Segundo o texto a maioria dos casos violência contra crianças, adolescente e mulheres ocorrem dentro de casa e são praticadas por pessoas do próprio grupo familiar. Qual sua opinião sobre a recente lei que proíbe os pais de punirem seus filhos por meio de castigos físicos? Você acha que esta lei pode resolver em parte a questão da violência domestica?

Conceito de Violência




Para a sociologia o conceito de violência abrange todas as modalidades e momentos da sociabilidade humana. Talvez a definição mais apropriada a considerar, entre todas as concepções possíveis, das mais variadas teorias, dos diversos pensadores e diferentes realidades culturais e históricas, seja a de que a violência é, em síntese,  uma imposição, individual, de grupo ou institucional, para que se aja de determinada forma ou deixe de agir. Sob este enfoque, ninguém estaria livre de sofrer algum tipo de violência. Porém pertencer à classe menos favorecida, política e economicamente, a chance de ser vítima da violência, em qualquer modalidade, é total.    

Definição de violência


O que é violência? Segundo o Dicionário Houaiss, violência é a “ação ou efeito de violentar, de empregar força física (contra alguém ou algo) ou intimidação moral contra (alguém); ato violento, crueldade, força”. No aspecto jurídico, o mesmo dicionário define o termo como o “constrangimento físico ou moral exercido sobre alguém, para obrigá-lo a submeter-se à vontade de outrem; coação”.

Não é simples a tarefa de definir a violência. Conceitos de violências têm sido propostos para falar de muitas práticas, hábitos e disciplinas, de tal modo que todo comportamento social poderia ser visto como violento, inclusive o baseado nas práticas educativas, tais como na idéia de violência simbólica proposta por Pierre Bourdieu (2001). Para esse autor, a violência simbólica se realiza sem que seja percebida como violência, inclusive por quem é por ela vitimizada, pois se insere em tramas de relações de poder naturalizadas, o que ele chama de  Habitus, que são disposições duráveis, estruturadas e estruturantes, que contribuem para a manutenção da forma estrutural da sociedade, que caracteriza-se pela  atuação das classes, grupos ou nações dominantes, política e economicamente, os quais, para manter a hegemonia, utilizam-se de leis e instituições. Esta seria a chamada violência moral ou violência simbólica. Mas a  noção de violência é múltipla, não existe uma única percepção do que seja, mas variedades de atos violentos, cujas significações devem ser analisadas a partir das normas, das condições e dos contextos sociais, variando de um período histórico a outro, o fato é que, a violência é um eterno problema da teoria social e da prática  política, quando se revela na sua manifestação individual ou coletiva. Para Minayo (1994), as raízes da  violência seria a estrutura e o sistema social,  impostas pela atuação das classes, grupos ou nações econômica e politicamente  dominantes, os quais se valem  das leis e instituições para manter a hegemonia. Para esse autor,

   ...a violência estrutural refere-se às condições  extremamente  adversas de vida, que geram uma imensa uma população de pessoas vivendo na miséria, com fome, habitação precária ou até mesmo inexistente, educação deficiente, dificuldade de acesso ao mercado de trabalho. (...) aprofundou-se, na última década, a desigualdade social, o gigantesco fosso que separam  ricos e pobres. Como o Brasil é um dos campeões mundiais de má distribuição de renda, derivam daí fontes importantes de violência, que se manifestam no aumento do trabalho   infantil, (que impede um grande número de crianças e adolescentes de freqüentarem a escola), a prostituição de meninos e meninas e o aumento de população de rua.

       Seria desnecessário dizer que daí partiria as demais violências de custo social altíssimo, as quais, num efeito cascata, atingirão a sociedade como um todo: a violência da miséria imposta por uma relação social excludente terá como efeito a violência doméstica, a violência física, que fere, que ma”ta, que aterroriza; violência criminógena, delinqüente, que causam um sentimento crescente de medo  e insegurança, como descreve Adorno: (2002)

“..Trata-se de um sentimento visível de diversos modos: nas ruas as pessoas se protegem, andam com seus veículos particulares com os vidros fechados;aqueles que não dispõem de veículo próprio procuram evitar circular em áreas consideradas de risco, sair à noite, ter contato com pessoas estranhas. As casas passaram a ter inúmeros sistemas de segurança – enfim, as pessoas se protegem de diferentes modos. E basta olhar os jornais, ligar a televisão para que cheguemos a conclusão de que hoje a violência ao é mais m fato episódico, não é mais um acontecimento que poderia ocorrer  vez ou outra. Ela transformou-se numa situação  banal; temos até profissionais altamente qualificados, repórteres especializados, por exemplo, para detectar essas informações relacionadas com a violência e transmiti-las ao grande público.

TIPOS DE VIOLÊNCIA


- Violência Física

A violência física é o uso da força com o objectivo de ferir, deixando ou não marcas evidentes.

São comuns, murros, estalos e agressões com diversos objectos e queimaduras.

A violência física pode ser agravada quando o agressor está sob o efeito do álcool, ou quando possui uma Embriagues Patológica ou um Transtorno Explosivo.


- Violência Psicológica

A violência psicológica ou agressão emocional, tão ou mais prejudicial que a física, é caracterizada pela rejeição, depreciação, discriminação, humilhação, desrespeito e punições exageradas.

É uma violência que não deixa marcas corporais visíveis, mas emocionalmente provoca cicatrizes para toda a vida.

Existem várias formas de violência psicológica, como a mobilização emocional da vítima para satisfazer a necessidade de atenção, carinho e de importância, ou como a agressão dissimulada, em que o agressor tenta fazer com que a vítima se sinta inferior, dependente e culpada.

A atitude de oposição e aversão também é um caso de violência psicológica, em que o agressor toma certas atitudes com o intuito de provocar ou menosprezar a vítima. As ameaças de mortes também são um caso de violência psicológica.

- Violência verbal

A violência verbal não é uma forma de violência psicológica. A violência verbal normalmente é utilizada para oportunar e incomodar a vida das outras pessoas.

Pode ser feita através do silêncio, que muitas vezes é muito mais violento que os métodos utilizados habitualmente, como as ofensas morais (insultos), depreciações e os questionários infindáveis.

- Violência sexual

Violência na qual o agressor abusa do poder que tem sobre a vítima para obter gratificação sexual, sem o seu consentimento, sendo induzida ou obrigada a práticas sexuais com ou sem violência física.

A violência sexual acaba por englobar o medo, a vergonha e a culpa sentidos pela vítima, mesmo naquelas que acabam por denunciar o agressor, por essa razão, a ocorrência destes crimes tende a ser ocultada.

- Negligência

A negligência é o acto de omissão do responsável pela criança/idoso/outra (pessoa dependente de outrem) em proporcionar as necessidades básicas, necessárias para a sua sobrevivência, para o seu desenvolvimento.

Os danos causados pela negligência podem ser permanentes e graves.


 

domingo, 6 de outubro de 2013

Eleitor do Futuro

A criação do Programa Eleitor do Futuro, no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, se deu em decorrência do Programa idealizado pelo Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira quando Corregedor do Tribunal Superior Eleitoral.

Segundo seu idealizador, o Programa pretendia não só contribuir para a formação cultural e cívica dos jovens, mas também transmitir às novas gerações a visão política como uma atividade nobre, essencial à democracia e à convivência humana....

O trabalho de fomentar a consciência dos direitos e deveres dos cidadãos, em especial quanto aos seus direitos políticos, o conhecimento básico da legislação eleitoral, e o reflexo de sua participação, ou não, na vida política da nossa sociedade, junto aos jovens na faixa etária dos 11 a 17 anos, futuros eleitores, é o principal viés do Programa, que objetiva a promoção da cidadania.

Através da realização de palestras e oficinas com urnas eletrônicas, são incentivadas reflexões sobre a necessidade de se pensar em democracia, direitos e deveres não somente quando há disputa eleitoral, contribuindo assim, para a criação e manutenção de uma cultura voltada para a vivência da cidadania e, inclusive, incentivando o uso de mecanismos de fiscalização dos mandatos concedidos e acompanhamento dos trabalhos das Casas Legislativas e do orçamento público.

As oficinas consistem em realização de eleição fictícia, em que são colocados em disputa candidatos representados por alguns direitos fundamentais, a saber: 1 - Vida e Saúde; 2 - Liberdade, Respeito e Dignidade; 3 - Esporte e Lazer; 4 - Profissionalização e Proteção no Trabalho; 5 - Educação e Cultura.
Nos dias 02, 03 e 04/09/13 nossa escola Matias Neto participou do programa com os alunos do terceito ano ensino médio. 




 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Sociologia no Enem

Relevância de filosofia e sociologia cresce no Enem; veja o que estudar

 
Lucas Rodrigues
Do UOL, em São Paulo
 
Sancionada em 2008, a lei que torna obrigatório o ensino de sociologia e filosofia nas escolas do último nível da educação básica vem mudando o perfil das provas de humanas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Agora com maior relevância, as duas disciplinas relacionam problemas da atualidade com os conteúdos teóricos.
Prova disso é que o Enem 2012 contou com oito questões de natureza filosófica e seis de natureza sociológica, de acordo com o professor Leonardo Oliveira de Vasconcelos, professor de filosofia e sociologia do colégio Magnum Cidade Nova, de Belo Horizonte, o que representa quase um terço da prova de humanidades.

Filosofia

"Em filosofia, o perfil das questões do exame envolve habilidades de conhecimento em relação aos períodos históricos", diz. "Não é o fato pelo fato, mas sim qual é a importância do fato filosófico para a história da humanidade".
Na hora de estudar, Heitor Henriques Sayeg, professor de sociologia da Oficina do Estudante, recomenda muita leitura. "O aluno tem de ter um conhecimento curricular bem amplo, mas ele precisa de uma percepção muito clara de como relacionar os conteúdos, por isso ler é fundamental. Tem que procurar estar bem informado".
Contudo, conhecer os conceitos é insuficiente para enfrentar a prova. "O estudante não tem que saber apenas o que o filósofo pensa ou de que época ele é, mas também compreender o desdobramento filosófico de uma situação que ele já havia problematizado e que estamos vivendo agora", diz o professor.

Sociologia

Sayeg concorda com o docente do colégio Magnum em relação aos possíveis temas da prova da disciplina no Enem (veja abaixo). "Acredito que o exame foca bastante na política, no que diz respeito a movimentos sociais, estado e sociedade civil e representações culturais", afirma.
Ele acrescenta que a dificuldade pode estar na falta de costume dos alunos em estudar essas disciplinas de humanas. "Não acho a prova difícil. Ela é trabalhosa de se fazer, porque ainda não existe uma cultura de se estudar filosofia e sociologia como se estuda as outras matérias", analisa.

Temas que podem cair

A pedido do UOL, Vasconcelos, do colégio Magnum, elaborou uma lista com os conteúdos que mais caem no Enem em filosofia e sociologia; confira:
Vasconcelos lembra que questões sobre cidadania e política, ética, liberdade e trabalho durante a história da humanidade também são amplamente abordadas no Enem em filosofia.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/06/20/relevancia-de-filosofia-e-sociologia-cresce-no-enem-veja-o-que-estudar.htm

SOCIOLOGIA NO ENEM 2013


Guia de estudos: confira 10 temas essenciais de filosofia e sociologia

Lucas Rodrigues
Do UOL, em São Paulo
Ser capaz de analisar conceitos de política, ética e moralidade, estado de natureza, contrato social e estado de sociedade é o primeiro passo para conseguir bons resultados em filosofia e sociologia nos grandes vestibulares. O UOL consultou professores sobre os dez conteúdos dessas disciplinas que mais caem nos exames.

GUIA DE ESTUDOS

Esse é o sétimo roteiro de uma série que trará o guia de estudos de uma disciplina por dia.
Para Gianpaolo Dorigo, professor do cursinho Anglo, questões dessas matérias são uma novidade em provas do Estado de São Paulo. Apesar de ainda não possuírem um "perfil" claramente definido, ele destaca a exigência de leitura e entendimento de texto, estabelecimento de vínculo com a atualidade e conhecimento de alguns aspectos dos autores mais tradicionais.
Confira a seguir, um compilado com dez temas importantes mencionados pelo professores dos cursinhos CPV (Patrícia Garmendia), Oficina do Estudante (Heitor Sayeg) e do colégio Magnum (Leonardo Oliveira de Vasconcelos).
Segundo Leonardo Vasconcelos, do Magnum, é importante nesse tema os estudantes saberem diferenciar agrupamentos de movimentos. "O primeiro não tem uma organização. A essência de um movimento, por sua vez, é um protesto por alguma causa, não contra uma pessoa", analisa.
Há ainda a probabilidade de pedir relações entre os movimentos desse ano no Brasil e a Primavera Árabe, na opinião do professor Sayeg, da Oficina. "Não acredito que vão cobrar teóricos específicos, porque é muito denso. Acho que será mais no sentido estrutural. Fazer relações entre esfera pública e privada", diz.
Sayeg define esse tema como um dos mais importantes, principalmente para o Enem e alguns vestibulares do Paraná e Santa Catarina. Pode cair para o aluno fazer relações com a sociedade contemporânea – midiatização, meios de comunicação, alienação, mercantilização da vida (tornar tudo um desejo).
"Há aqui aquela crítica que conhecemos bem a respeito do consumismo de uma indústria cultural", diz Vasconcelos. Para ele, o que o aluno não pode deixar de notar é o consumo pelo consumo, o consumo para existir, que é a grande chave da Escola de Frankfurt.
"Para eu me sentir vivo, existente como ser humano, tenho que consumir. Dá para fazer uma brincadeira com aquela frase de Decartes: consumo, logo existo", comenta.
Para o professor do Magnum, Weber é um sociólogo que tenta enxergar dentro da sociedade a influência das relações sociais, que podem desencadear problemas econômicos ou políticos. "Quanto mais o sujeito consegue perceber ter uma ação, melhor para a sociedade. As maiores dificuldades nas sociedades são ocasionadas por ações emotivas, ou seja, não deliberadas", analisa.
O que pode cair na prova, segundo Sayeg, são situações para serem relacionadas com ação racional relativa a fins, ação racional relativa a valores, ação afetiva e ação tradicional.

  • As novas relações de trabalho.
Nesse tema, o aluno deve ter compreensão do que está acontecendo na sociedade e ser capaz de estabelecer relações sobre a flexibilização das leis trabalhistas dentro de um conceito de globalização e estruturas produtivas, com o aumento da especialização técnica. "Na atualidade o conhecimento se torna obsoleto muito rapidamente, por isso há a necessidade de constante atualização", diz o professor do Magnum.

    

"Os três [Sócrates, Platão e Aristóteles] são a base do conhecimento ético da política mundial. São os pais da elaboração das teorias políticas. São eles que apontavam soluções, que, na época, eram novidade", diz Vasconcelos.
O professor explica que eles vão tentar enxergar a esfera política conciliando com a ética, oposto de Maquiavel, que diz que nem sempre o governante deve ser ético.
Roberto Accorsi, professor de filosofia da Oficina, diz que política é dependente de ética e oralidade, e acredita que Aristóteles seja mais associado à ética e Platão, à política.
Tema campeão nos vestibulares: Estado de natureza, contrato social e estado de sociedade para Hobbes, Locke e Rousseau. O professor do Magnum acredita que aluno deverá definir relações entre estados de natureza, principalmente de Hobbes e Rousseau. "O primeiro acredita que o homem já nasce egoísta por causa do medo da morte violenta; já Rousseau acredita que no estado de natureza ele é bom, e a partir da ideia de propriedade privada vai aparecendo o egoísmo", diz Vasconcelos.
Nos três há também a ideia das leis serem o senhor de um Estado.
Na sua concepção aristotélica, São Tomás de Aquino propõe uma harmonia entre corpo e alma, fé e razão, Estado e Igreja. O papel da razão seria demonstrar e ordenar os mistérios revelados pela fé. "A grande sacada é perceber nele essa harmonia", diz o docente do Magnum.
Conceitos de mais-valia, alienação do indivíduo social e materialismo histórico.
"Marx enxerga a história como uma luta de classes e propõe o debate sobre qual é o sentido de trabalhar só para sobreviver", diz Vasconcelos.
  • Conceitos de Émile Durkheim.
Ter domínio de conceitos como fato social e solidariedade mecânica e orgânica. Vasconcelos diz que "segundo Durkheim, para compreender os problemas sociais é necessário entendê-los como coisas, fatos sociais".
Distinção entre esfera pública e privada e atuação do individuo. Relações de poder Estado-política. "O aluno [precisa] perceber a questão da importância do viver em sociedade, delimitado para uma ética do discurso", diz Leonardo.
 
 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Bienal do Livro 2013

Boa tarde galera,

Aí estão algumas fotos da nossa visita a Bienal do Livro em 05/09/13.

Aproveito a oportunidade para parabenizar a todos os alunos que foram a Bienal pelo excelente comportamento. Vocês foram nota 10!